quinta-feira, 30 de abril de 2026

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A tal da dissonância cognitiva

Hoje eu descobri uma nomenclatura para definir o que mais tenho visto ultimamente. Daqueles sentimentos que vão sendo alimentados com épocas como uma pandemia, por exemplo.

Aquele sentimento de pertencer a algum grupo, pertencer a um certo grupo característico e quando por algum motivo é necessário sair e não fazer mais parte. É ai que fica o ponto crucial da questão. Sou do tipo que menospreza mais que qualquer coisa esta atitude.

A necessidade de justificar a todos que mudou, que já não faz parte do que era ou fazia antigamente vem a tona. Um desconforto que faz com que desvalorizamos o que éramos antes. Uma necessidade constante de provar a si mesmo que mudou e ser necessário expor o tempo todo. A palavra da vez, a dissonância cognitiva.

Tido como um mecanismo de defesa é o que mais vem distanciando as pessoas, umas das outras.

Só existe uma forma de se livrar disso tudo, que é ter em mente que o que fomos, não é tão ruim assim ou fomos assim porque não havia escolha e tentar o máximo não nos sentirmos seres superiores apenas por termos escolhido mudar de vida.

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